… e o sketch de hoje!
Por Bárbara S. de P. | 10/12/2018




Seleção de sketches dos últimos dias
Por Bárbara S. de P. |



Tudo em volta está borrado
Por Bárbara S. de P. | 18/11/2018

É conhecido o fenômeno que faz com que pessoas acabem acreditando nas próprias mentiras se mentem com suficiente frequência. Num desdobramento indigesto, o cinismo também tem convencido os próprios cínicos enquanto bate repetidamente em nossas cabeças em golpes vindos de cima.

Nessa semana então pudemos receber de nossos co-cidadãos, cá de baixo, que “Bolsonaro salvou os médicos cubanos, que voltaram pra Cuba libertos da escravidão”. E falam a sério. Está tudo virado a esse ponto. A sujeira revirada com o “bom dia” caído por cima do lodo do estranhamento mútuo misturado com o esforço diário de ser uma pessoa entre anti-pessoas que esqueceram que são pessoas.




Processo de um sketch
Por Bárbara S. de P. | 14/11/2018

 

 




Sketches urbanos
Por Bárbara S. de P. | 12/11/2018




Sketch urbano + a parte mais bizarra do que é viver nesses tempos
Por Bárbara S. de P. | 09/11/2018
Continuar levantando, rumando para o trabalho, brigando contra a noção do absurdo para conseguir desempenhar suas funções adequadamente, almoçando como se houvesse espaço para apetite, voltando pra casa querendo um conforto impossível e depois fingindo que é possível dormir.



I will Sofá (cartaz)
Por Bárbara S. de P. | 08/11/2018

Por mais que eu esperasse o desastre, o baque foi tamanho que nem postei aqui… esse foi o cartaz de divulgação de uma edição mais que especial da Sofá.

Nós vamos sobreviver sim e essa revolução é nossa, por isso seguimos dançando.




Sketch urbano
Por Bárbara S. de P. |




E o Bostinha levou…
Por Bárbara S. de P. | 03/11/2018

Cadê o resto do meu Inktober? Foi pro ralo junto com meu sono nessas últimas semanas pré e pós apocalipse. Mas continuarei aqui, para desespero desses fascistas e serumaninhos mal-resolvidos que não conseguem conceber uma idéia de mundo sem a opressão de boa parte dele. Mal sabem eles que estaremos sempre aqui. Estamos apenas começando, cambada!
Levem meu sono, seus merdas. Eu prometo pra vocês que não vou dormir.




Inktober 2018 – 13
Por Bárbara S. de P. | 13/10/2018

“Guardado”

(“guarded”)

#inktober #inktober2018




Inktober 2018 – 12
Por Bárbara S. de P. |

“Baleia”

(“whale”)

#inktober #inktober2018




Inktober 2018 – 11
Por Bárbara S. de P. |

“Cruel”

#inktober #inktober2018




Inktober 2018 – 10
Por Bárbara S. de P. |

“Fluindo”

(“flowing”)

#inktober #inktober2018




Inktober 2018 – 9
Por Bárbara S. de P. | 09/10/2018

“Precioso”

(“precious”)

#inktober #inktober2018




Inktober 2018 – 8
Por Bárbara S. de P. |

“Estrela”

(“star”)

#inktober #inktober2018 #elenao #elenão




Inktober 2018 – 7
Por Bárbara S. de P. | 07/10/2018

“Exausta”

(“exhausted”)

#inktober #inktober2018




Inktober 2018 – 6
Por Bárbara S. de P. |

“Babando”

(“drooling”)

#inktober #inktober2018




Inktober 2018 – 5
Por Bárbara S. de P. | 05/10/2018

Frango

(“chicken”)

#inktober #inktober2018 #elenao




Inktober 2018 – 4
Por Bárbara S. de P. | 04/10/2018

“Encantamento”

(“spell”)

#inktober #inktober2018




Sketch urbano
Por Bárbara S. de P. |




Inktober 2018 – 3
Por Bárbara S. de P. | 03/10/2018

“Assado”

(“roasted”)

#inktober #inktober2018




sketch urbano + haiku fajuto
Por Bárbara S. de P. |
Esquetizinho

a caminho

do almoço.

 




Inktober 2018 – 2
Por Bárbara S. de P. | 02/10/2018

“Tranquilo”

(“tranquil”)

#inktober #inktober2018




Inktober 2018 – 1
Por Bárbara S. de P. | 01/10/2018

“Venenoso”

(“poisonous”)

#inktober #inktober2018




WANNABE 13 anos (cartaz)
Por Bárbara S. de P. | 29/09/2018

Demorei mas postei: arte da última WANNABE em comemoração dos 13 anos da festa, totalmente feita à mão.




Sketch – Divine
Por Bárbara S. de P. | 30/05/2018

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Sketch – Regine Chassagne
Por Bárbara S. de P. | 23/05/2018

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WANNABE!
Por Bárbara S. de P. | 18/05/2018

Daqui a pouco!




Sketch – Beth Ditto
Por Bárbara S. de P. | 16/05/2018

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Sketch – Fiona Apple
Por Bárbara S. de P. | 09/05/2018

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WANNABE (cartaz)
Por Bárbara S. de P. | 04/05/2018

Porque, oras, claro.




Sketchs – Janelle Monáe
Por Bárbara S. de P. | 02/05/2018

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Janelle recentemente saiu do armário e se assumiu pan. Em homenagem à sua queerzice que já emanava desde muito antes de seus últimos videoclipes ousadinhos, resolvi postar esses esboços que fiz no começo desse ano a partir das capas de sua trilogia cheia de ficção-científica lançada entre 2007 e 2013. Amo!




Sofá (cartaz)
Por Bárbara S. de P. | 25/04/2018

Arte criada para divulgação da Sofá, festa pra lá de aconchegante e empolgante que acontecerá daqui a dois sábados. A idéia desse projeto é ser quase uma festa em casa, daquelas de fazer o vizinho chato chamar a polícia por causa do barulho… mas é na boate, então não tem vizinho chato.




Spiraldex de 27 horas
Por Bárbara S. de P. | 11/04/2018

Spiraldex é um dos vários modelos de gráfico usados principalmente como como ferramenta de gestão de tempo. Uma busca rápida na internet vai te colocar à par do assunto, caso você não tenha familiaridade.

No modelo original, todas as áreas possuem a mesma (ou semelhante) grossura, o que não era tão interessante para mim. Diminuí o centro para poder preencher no dia seguinte algumas horas antes da marcação de meia-noite e redistribuí o espaço para engrossar as sessões de acordo com as horas onde preciso de mais espaço para detalhes. Uma pequena mudança no ângulo da espiral fez o ajuste. Encomendei um carimbo com o desenho que fiz, tem funcionado perfeitamente pra mim nos últimos meses. Caso também atenda às suas demandas (ou caso você ache que essa é uma boa base para você fazer seus próprios ajustes), fique à vontade para clicar na imagem e baixar o arquivo eps:




Sejamos realistas
Por Bárbara S. de P. | 01/04/2018

Eu já venho cantando essa pedra desde 2016 e agora sai no Le Monde e pessoas vem comentar surpresas que alguém escreveu um artigo ou fez um video falando que “talvez tenhamos indícios de corrermos o risco de talvez quem sabe não termos eleições esse ano”. Vamos cortar todas essas voltas no começo dessa afirmação, que bobagem. Pensem aqui comigo: quando foi, na história dessa nossa humanidade, que um grupo deu um golpe de Estado para uns dois anos depois simplesmente cansar de brincar de poder? Vai ser fácil e simples pra eles, como tem sido todos os avanços absurdos desse rolo compressor. E mais uma vez, as pessoas vão exclamar horrorizadas “Oh! Meu deus! Quem diria?!” diante da desgraça anunciada e vão correndo mudar seus twibbons. Depois vão levantar pra trabalhar.




Um pra trás, dois pra frente
Por Bárbara S. de P. | 22/03/2018

Bom, aqui estou de novo. Meu blog estava parado nos últimos 5 anos. Nesse tempo, estive amadurecendo minha relação com a internet e minhas opiniões sobre as redes sociais até que cheguei num ponto de ruptura. Foi gradual. Comecei tentando controlar meu tempo gasto no facebook e logo senti a eficiência da armadilha que me puxava de volta. Só recuperei o controle do meu tempo depois de desinstalar o aplicativo do meu celular, o que fez com que um novo mundo se descortinasse… na verdade, era o mesmo mundo à minha volta que eu, assim como o resto dos mortais de olhos grudados no smartphone, havia aprendido a ignorar. Um pequeno fio – a necessidade de divulgar meu trabalho com tatuagens – me mantém ligade ao facebook e instagram, me impedindo de deletar de vez todas as contas que tenho. Será possível sobreviver com esse negócio hoje, sem as redes? Estou estudando a questão. Para todo o resto, posso dizer sem ressalvas, as redes sociais são completamente dispensáveis.

Grande parte das coisas que aprendemos a ver como um “mal necessário” são na verdade simplesmente um mal com um ótimo marketing. Não acho que entregar tudo o que grandes corporações precisam para capitalizar nossas demandas políticas e refinar as ferramentas de manipulação midiática e mercadológica é um preço justo a se pagar para ver fotos, rir de bobagens, ler notícias, se engajar, fazer amigos e brigar com estranhos. Eu faço todas essas coisas aqui, do lado de fora. Ainda posso ver as fotos da sua viagem, que tal me chamar para um café?

Mas minha briga não é com a internet. É inegável o potencial de uma rede onde podemos nos conectar e nos expressar. Sim, nos expressar. Uma das distorções que as redes sociais produzem é a sensação de que dar opinião “sobre tudo” é algo condenável. Ficamos entre as pessoas que se expressam e as que reclamam do incômodo dessa falta de etiqueta. Mas pessoas se expressando, por si só, não é um problema, você sabe (impressionante precisarmos falar disso). O que te incomoda é o excesso de absorção, são as horas que você passa olhando para a tela sem perceber, sem dormir, é seu cérebro cansado de processar centenas de informações fragmentadas a ponto de desaprender a focar. E é assim que se fica incomodado por alguém dar uma opinião. Deixo essa reflexão como um ponto de partida pra quem está em busca de um.

Em suma, eu ainda amo a internet, mas estou re-descobrindo-a. Trocar os aplicativos de organização pelo meu velho caderninho que funciona tão bem, deixar meu smartphone fora do quarto à noite para acordar ao som de um despertador… e agora aqui estou, ressuscitando o Blog. E assim segue a jornada para re-descobrir como compartilhar sem me vender. Aceito convites para café.




Autorretrato
Por Bárbara S. de P. | 28/10/2013

Passei raiva com o delivery enquanto brincava de me desenhar.




WANNABE- ANO 8 HOJE!
Por Bárbara S. de P. | 03/08/2013

Aniversário da melhor festa da cidade – HOJE! No Studio Bar.




Cartaz – WANNABE
Por Bárbara S. de P. | 17/07/2013

A edição de comemoração de 8 anos de festa promete nada menos que revolução.




Cartaz – WANNABE
Por Bárbara S. de P. | 01/07/2013




Rascunho
Por Bárbara S. de P. | 03/06/2013




Sketch no ônibus
Por Bárbara S. de P. | 25/04/2013

Tão engarrafado que nem tremeu.




Rabisco
Por Bárbara S. de P. | 23/04/2013




Cartaz – Drunk Flamingo
Por Bárbara S. de P. | 16/04/2013




Imagem para o Arte.con
Por Bárbara S. de P. | 04/03/2013

“Uma arte para divulgar o edital de curadoria do Museu e Arte da Pampulha”. Fui brincando com a planta do MAP e deu nisso.

(Interessou-se pelo edital? Está aqui.)




Discotecagem
Por Bárbara S. de P. | 16/02/2013




Rabiscando
Por Bárbara S. de P. | 09/02/2013


Cartaz – Violently Happy Hour
Por Bárbara S. de P. | 22/01/2013

Fiquei bem satisfeita com esse.




Acabou o açúcar.
Por Bárbara S. de P. | 17/01/2013




Eu, cartum.
Por Bárbara S. de P. | 15/01/2013

Fizemos uma “exposição interna” no corredor dos escritórios do MAP, só com desenhos dos funcionários (e algumas filhinhas visitantes) feitos em post-its e pedacinhos de papel. Foi crescendo aos poucos e durou um bom tempo, desde o ano passado. Semana passada, resolvemos renovar a brincadeira e limpar a perede, retirando toda aquela papelada pregada com fita crepe. Acabei juntando minhas “obras antigas” e me deparei com dois auto-retratos feitos em épocas diferentes, numa espécie de “antes e depois”. Segundo uma análise minuciosa, poderíamos dizer que… pareço estar mais feliz de cabelo preto. Como vocês podem ver, são obras complexas de uma profundidade arrebatadora.




Uma coisa que eu aprendi com a internet:
Por Bárbara S. de P. | 12/01/2013

Pense numa esquisitice sua. Uma coisa que você gosta ou um detalhe da sua personalidade que é considerada por quem te conhece e por você como uma pequena excentricidade única da sua pessoa.

Pensou?

Pois é. Tenha certeza de que existe um grupo bem numeroso em algum lugar do mundo que não só deu um nome pra isso como transformou isso numa espécie de subcultura. Aliás, deve existir uma dúzia de lojas online só pra pessoas como você.




Cartaz – WANNABE
Por Bárbara S. de P. | 11/01/2013




O Femen? Bem…
Por Bárbara S. de P. | 10/01/2013

Ou o Femen não sabe o que faz e as notícias que temos sobre suas práticas e bastidores são de fato fruto de uma impressionante falta de responsabilidade, compromisso, escrúpulos, preparo, consciência, direcionamento e seriedade… ou o Femen sabe o que faz e estamos diante de um inimigo tão esperto que talvez tenhamos que repensar nossas armas.

O que posso dizer, para os que querem respostas mais definidas, é que o Femen não me representa.

Não representa os grupos feministas atentos e conscientes.

Não representa as correntes feministas que procuram compreender o que defendem.

O Femen é, no mínimo e numa visão otimista, uma imensa patetice.

Fim.




Exercício de observação #1
Por Bárbara S. de P. | 07/01/2013




Sobre o Anonymiss
Por Bárbara S. de P. | 05/01/2013

No dia 20/12/2012 recebi um convite, dizendo que precisavam de “um criador de conteúdo” em uma das página do Anonymiss, que se define como “uma página feita por Anonymous, especialmente criada para a luta contra o sexismo”.

Minha resposta:


Muito obrigada pelo convite, mas recusarei. Tenho algumas restrições quanto a algumas vertentes do anonymous. Além disso, apesar do feminismo às vezes aparentar ser algo uniforme, ele apresenta várias linhas e não me identifico com a abordagem escolhida no caso. A começar, por exemplo, pelo nome, que considero um tanto controverso. O feminismo hoje apresenta abordagens mais amplas e inclusivas, englobando, por exemplo, as identidades queer, caso onde me encontro. Tais identidades e postura feminista de contestação relativas ao gênero são não apenas incompatíveis, mas de certa forma também oprimidas pelo termo “miss”. A escolha desse termo, que ironicamente tem origem num sistema de valoração patriarcal, demonstra ter pura e despreocupadamente sido feita simplesmente por se referir a “mulheres”, numa leitura cissexista da palavra. Eu e várias pessoas contempladas pelo feminismo atual não somos representadas por essa visão. Mas desejo sorte a vocês. Abs




Rabiscando…
Por Bárbara S. de P. | 04/01/2013

…num dia de calor, enquanto sonho com um cappuccino shake.




Reflexão sobre a rejeição imediata quanto à Gaby Amarantos cantando Krafwerk
Por Bárbara S. de P. | 27/12/2012

Talvez, de tão traumatizados com a mídia emburrecedora, tenhamos entrado num estado defensivo que nos atrapalha a diferenciar o velho “seja um estúpido” de um saudável “não se leve tão a sério”.




Cartaz – Drunk Flamingo
Por Bárbara S. de P. |

Atrasou um pouco pra ser postado aqui, mas está valendo.




Cartaz – Ladie’s Night
Por Bárbara S. de P. | 05/11/2012




Drunk Flamingo
Por Bárbara S. de P. | 01/08/2012

A Total Trash mudou de nome e definiu sua identidade visual: hora de brincar com colagem!




Revista Prosa
Por Bárbara S. de P. | 16/07/2012

Notícia um pouquinho atrasada, mas ainda válida porque fiquei muito feliz: duas pinturas minhas saíram na 3ª edição da Revista Prosa, do Studio V artes visuais, ao lado dos trabalhos da Marina Palmieri.

Você pode dar uma olhada aqui mesmo:




Violently Happy Hour
Por Bárbara S. de P. | 13/07/2012

Amanhã, farei uma participação na Violently Happy Hour, projeto da Cris Foxcat pra quem quer bater o pé embaixo da mesa do bar. Meu set vai ser diferente das outras discotecagens que já fiz, uma proposta ainda mais atual e com espaço para alguns improvisos e gracinhas por conta própria. Decidi deixar de lado o tal “nome de dj” afinal, já basta uma identidade. Além do mais, DJ – com letras maiúsculas – é a Cris, cujo set, garanto, está impecável pra variar.

Me diverti arriscando fazer um cartaz mais colorido que de costume:




Do caderno de rascunhos
Por Bárbara S. de P. | 09/07/2012




Reflexão sobre Istagram e afins
Por Bárbara S. de P. | 08/07/2012

Acho no mínimo bem curioso que em tempos de

índices preocupantes de distúrbios alimentares, neurose generalizada com a alimentação, preconceito com gordos, rígidos parâmetros estéticos opressivos e irreais, celebração da magreza como ideal de felicidade…

… esteja tão em voga postar na internet fotos de comida.

Como eu gostaria de ver uma bela análise psico-sociológica sobre esse fato.




Mrs. President?
Por Bárbara S. de P. | 12/06/2012

Dilma…? É você?




Rabisco
Por Bárbara S. de P. | 07/06/2012




Video novo no Me dá um espresso!
Por Bárbara S. de P. | 04/06/2012

Eis que, um dia, de repente, me convidam para participar com o Me dá um espresso de uma seleção, feita pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento, para participar da divulgação virtual da Rio+20. E eis que “passo”.




Rabisco
Por Bárbara S. de P. | 11/03/2012




Rascunho-reflexão
Por Bárbara S. de P. | 09/03/2012

Rabiscado no último fim-de-semana – sobre palestras e situações diversas da vida.




Do caderno de rascunhos
Por Bárbara S. de P. | 17/02/2012




A internet não precisa de mais um pseudo-crítico.
Por Bárbara S. de P. | 15/02/2012

Estou anunciando a extinção do Notas da Semana, pelo menos da velha proposta de dar nota a tudo de novo que vi, li e etc.


Não sou cineasta, nem cinéfila.
Não sou escritora, nem estudiosa de literatura.

Quem sou eu, então, para dar notas a certas coisas?
Uma mocinha bem pretensiosa. Mas vamos melhorando aos poucos.




Proposta para caderno de atividades
Por Bárbara S. de P. | 08/02/2012

Eu, me preparando para justificar minha proposta do design de um caderno de atividades a ser utilizado pela equipe do Educativo da Casa do Baile, na exposição Fotógrafo Lambe-lambe: retratos do ofício em Belo Horizonte.

(E a idéia foi aprovada!)




Cartazes da Total Trash
Por Bárbara S. de P. | 03/02/2012

Festa nova, com uma proposta visual totalmente diferente. A idéia já estava pronta e me passaram o desafio de bolar alguma coisa bem tosca, que mantivesse o lado divertido do mau gosto. Nos últimos dias, andei circulando por aí com uma edição do 101 Cult Movies para me inspirar nos cartazes. Depois de algumas tentativas e erros, acho que estou chegando lá. Os primeiros cartazes saíram!


Essa segunda versão foi resultado de uma foto enviada pelo Rafa, a.k.a Dj Do Coqueiro:

A festa nem começou e já deu pra brincar bastante.




“E como anda a vida?”
Por Bárbara S. de P. | 10/01/2012

A vida não anda nada mal, apesar de corrida. Do final de 2011 pra cá, comecei a (finalmente, depois de anos de batalha) trabalhar no Museu de Arte da Pampulha. É um sonho realizado e um novo desafio em termos de gestão pessoal de tempo e, principalmente, cansaço. Estou me adaptando.

Confesso que ainda não sei como encaixar meus antigos projetos nesse novo ritmo, principalmente o podcast, que é o que mais tenho sentido falta. Não quero mudar os dias. Por isso, tudo o que posso dizer por enquanto é que planejo postar uma nova faixa na quarta-feira da próxima semana, dia 18. E Notas da semana… nesse Sábado…? Hm. Ok. Nada de preguiça. Mãos à obra!




O primeiro cartaz do ano
Por Bárbara S. de P. | 04/01/2012

… é para comemorar o aniversário da minha Dj preferida (ui!), que está de festa nova!




Força, pipoqueiros!
Por Bárbara S. de P. | 14/10/2011

Com o prefeito de Belo Horizonte ameaçando tirar os pipoqueiros das ruas, senti aquele misto de indignação com vontade de fazer alguma coisa. Comecei fazendo cartazes (favor, espalhar por aí).





Work bird
Por Bárbara S. de P. | 05/10/2011

(faixa avulsa)

Repetição-variação.

O Podcast (link no rodapé de cada postagem) é onde publico minhas experimentações com sons/música. Saiba mais aqui.

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Notas da semana
Por Bárbara S. de P. | 01/10/2011

Filmes

Transamerica – Duncan Tucker (2005)……………………10

Semanalmente, publico aqui notas de 0 a 10 para tudo o que ouvi, li, assisti etc de novo (para mim) no decorrer dos últimos 7 dias.

Para ver as notas das semanas anteriores, clique aqui.




Close your eyes and pick a phone
Por Bárbara S. de P. | 28/09/2011

(faixa avulsa)

De volta! Posso dizer que essa foi, até hoje, a que mais me deu prazer de fazer – embora ainda seja um mero rascunho de iniciante. Será que dá pra perceber que tem emoção aí?

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De volta à vida
Por Bárbara S. de P. | 25/09/2011

Como podem notar, as Notas da semana voltaram. Já mencionei que estive estudando e acabei deixando as coisas de lado, mas já me organizei e, a partir de agora, tudo está de volta: Quarta-Feira tem podcast, Notas da semana aos Sábados e amanhã, Segunda-Feira – tambores! – a volta do Me da um espresso!

Estou preparando também algumas mudanças no site, que será atualizado e reorganizado.

Ufa!




Notas da semana
Por Bárbara S. de P. | 24/09/2011

Álbuns de música

Slice & Soda – Slice & Soda (2011)……………………………….8

Akira Soundtrack (1987)…………………………………………….10

Filmes

It’s kind of a funny story – Anna Boden, Ryan Fleck (2011)….10

Semanalmente, publico aqui notas de 0 a 10 para tudo o que ouvi, li, assisti etc de novo (para mim) no decorrer dos últimos 7 dias.

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Layout novo do SWAB
Por Bárbara S. de P. | 23/09/2011

Essa semana, dei uma pequena renovada no layout do Still Wannabe A Blog, que ficou com um ar um pouco mais sujinho.




Marcha pelo Estado Laico – BH
Por Bárbara S. de P. | 14/09/2011

Sei que ando sumida, mas estou estudando para seleção do Mestrado. Vou tentar conciliar melhor as coisas. Entre uma coisa e outra, me envolvi também com a organização da edição de BH da Marcha pelo Estado Laico, que vai acontecer dia 17/9 (esse Sábado!), com concentração às 14h na Praça Afonso Arinos. Depois, caminharemos em direção à Praça da Liberdade. O cartaz é de minha autoria:

Mais informações sobre a Marcha: marchaestadolaicobh.wordpress.com




Mojo meu edi
Por Bárbara S. de P. | 17/08/2011

(faixa avulsa)

Novas ferramentas e menos preocupação em não ser ou ser melódica.

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Notas da semana
Por Bárbara S. de P. | 13/08/2011

Álbuns de música
Part 1– Diskaholis Anonymous Trio (2001)………………………8*
Vol. 2 Love and Politics – India-Arie (2009)………………………6

*Atrevimento meu, confesso.

Semanalmente, publico aqui notas de 0 a 10 para tudo o que ouvi, li, assisti etc de novo (para mim) no decorrer dos últimos 7 dias.

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Extrato
Por Bárbara S. de P. | 10/08/2011

(faixa avulsa)

Acho que estou tomando gosto por sutilezas.

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Notas da semana
Por Bárbara S. de P. | 30/07/2011

Artigos
Representação política, identidade e minorias – Iris Marion Young (2006) …..10

HQ
Reino dos malditos – Ian Edginton e D’Israeli (2006)……………………7

Semanalmente, publico aqui notas de 0 a 10 para tudo o que ouvi, li, assisti etc de novo (para mim) no decorrer dos últimos 7 dias.

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Download: Do contrato social
Por Bárbara S. de P. | 29/07/2011

Procurei esse livro para baixar e ler no meu pré-histórico palm top (que é incomparavelmente mais portátil que um ipad e me serve muito bem), mas achei versões cuja formatação não são favoráveis para serem convertidas em formatos de ebook. Encontrei então essa página no ebooksbrasil.org e o que fiz foi copiar, formatar rapidamente e salvar em um pdf compatível com outros formatos. Deu certo pra mim. Acredito que possa ser de utilidade para mais gente, portanto… segue abaixo o link para baixar o arquivo.

Do contrato social (Jean-Jacques Rousseau)

Compartilhem!




“Vovô W”
Por Bárbara S. de P. | 28/07/2011

Criado através de circuit bend em um despertador que depois de desmontado e modificado foi adaptado dentro de uma caixinha de um relógio de pulso. Ambos os relógios (o da caixa e o despertador) foram presentes de Natal do meu avô. Por isso, e por ser o meu avô uma pessoa atenta à música escondida nas coisas, o aparelho recebeu esse nome. Uma homenagem justa.

O funcionamento do instrumento é simples: dois botões, um aciona um bipe e o outro o abafa sem anulá-lo. Uma chave para ligar e desligar. O som passa por uma saída stereo para qualquer caixa ou amplificador em que eu queira plugá-lo.

Simples e útil. Fiquei bem satisfeita para uma primeira experiência.




Klein
Por Bárbara S. de P. | 27/07/2011

(faixa avulsa)

Brincando com os novos instrumentos e ferramentas.

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Explicações
Por Bárbara S. de P. | 22/07/2011

Pois é, essa semana não teve podcast, mas há um motivo pra isso: estive usando meu tempo para estudar e construir instrumentos eletrônicos que serão usados nos meus experimentos. Hoje mesmo finalizei um, postarei sobre ele em breve. Além disso, estou aguardando a chegada de uma encomenda que contribuirá para brincadeiras mais ousadas.

Semana que vem, o podcast volta à ativa normalmente. Quarta-feira!




Notas da semana
Por Bárbara S. de P. | 16/07/2011

Álbuns de música
Shangri-la – YACHT (2011)………………………………………….10

Filmes
O vencedor – David O. Russell (2010)…………………………….10
Role models – David Wain (2009) …………………………………7

Semanalmente, publico aqui notas de 0 a 10 para tudo o que ouvi, li, assisti etc de novo (para mim) no decorrer dos últimos 7 dias.

Para ver as notas das semanas anteriores, clique aqui.




Grandes expectativas
Por Bárbara S. de P. | 13/07/2011

(faixa avulsa)

Essa foi um ótimo exercício sobre o que acrescentar ou não. Mais noise, uma pequena provocação, menos informação e melodia. Tentei mantê-la enxuta o suficiente para não desviar a atenção das texturas. Acho que ainda vou descobrir se consegui.

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Arte de estréia: Syrup
Por Bárbara S. de P. | 07/07/2011

A primeira edição do projeto WANNABE apresenta: Syrup acontecerá no dia 28 desse mês, no Estúdio B. O cartaz já está circulando por aí.




Corredor de espera
Por Bárbara S. de P. | 06/07/2011

(faixa avulsa)

Aqui, mais um experimento com camadas e a intenção de fazer uma estrutura mais definida e com “refrão”.

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Identidade visual: Syrup
Por Bárbara S. de P. | 04/07/2011

A WANNABE está com um projeto novo que pediu uma identidade visual exclusiva. A Syrup surgiu da idéia de explorar o lado A da música com classe, uma festa para oferecer pop e nu-disco de uma forma que ouvidos mais exigentes não tem encontrado na noite de BH: sem farofa. Antes de definirem o nome, eu já havia “maquinado” uma estética de acordo com a proposta e deixado reservado. O nome foi praticamente um brinde.

Explicando a idéia…

Identidade visual da festa: Resumindo, é a estilização de um ponto de venda.

Logo: A logo sempre será inserida em algo que lembre uma placa de promoção de supermercado estilizada, um anúncio. Não precisa ser sempre a mesma forma, mas a fonte é sempre a mesma, algo constante para as pessoas memorizarem. A idéia é mostrar o nome da festa como um produto anunciado.

Estética em geral: Para brincar com a visão e dar uma sensação de histeria, todas as formas são angulosas, tanto a placa da logo quanto o cenário. Apesar de tentar representar um ambiente, não haverá nada realista que forme uma ilusão de perspectiva e profundidade exatas. Assim, mesmo dando a impressão de um ambiente, a imagem ficará aberta, leve, sem pressionar o espectador num canto. Tudo é artificial, inclusive as cores, que serão sempre bem fortes – mas apenas duas, afinal não é uma festa de “happy rock”. Uma cor forte preenche o fundo, com variações de texturas para tornar a composição forçadamente festiva e a outra cor destaca completamente a logo do fundo. O resultado é justamente o efeito do pop: chamar a atenção para si para se vender.




Notas da semana
Por Bárbara S. de P. | 30/06/2011

Álbuns de música
Ceticencias – Hip-no-isys (2009)…………………………………. 7
Decompor – Sobre a máquina (2010)……………………………. 6
2:2 – Torto (2011)………………………………………………….. 8

Outros
United States of Tara
1ª temporada (2010)……………………………………………….. 7
2ª temporada (2010)……………………………………………….. 8
3ª temporada FINAL (2011)……………………………………….. 9*

*O último capítulo foi responsável pela retirada de 1 ponto.

Semanalmente, publico aqui notas de 0 a 10 para tudo o que ouvi, li, assisti etc de novo (para mim) no decorrer dos últimos 7 dias.

Para ver as notas das semanas anteriores, clique aqui.




Oilage
Por Bárbara S. de P. |

Essa semana, este blog recebeu uma visita misteriosa. Nos comentários da penúltima postagem do Podcast, foi deixado um link que me revelou duas pastas de arquivos curtos e bem produzidos, recheados de noise. Acho fantástico o ritmo em que a produção brasileira de música experimental anda. Contamos com uma gama bem variada de artistas bem-dispostos… alguns deles, surpreendentemente jovens. Uma geração que promete.

Deixo também aqui o link para dividir com vocês. Senhoras e Senhores, eu vos apresento

Oilage




C
Por Bárbara S. de P. | 29/06/2011

(faixa avulsa)

Camadas sintéticas, brincadeiras com equalização e um micro-barulhinho (uma nota só) apropriado de um jogo e totalmente modificado até ficar irreconhecível.

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Perfis de… música?
Por Bárbara S. de P. | 27/06/2011

Para ajudar a divulgar meu trabalho com sons, fiz uma página de artista no Last FM e (a essa altura! Por que não?) no My Space. Tenho encontrado vários artistas noise nesses sites, quem sabe consigo também trocar figurinhas por lá?

Confiram e mostrem pra quem gostar de barulho!




Notas da semana
Por Bárbara S. de P. | 25/06/2011

Foi uma semana corrida sem muitas novidades para mim, mas me lembrei de algo que vi dias atrás e que merece menção:

Filmes
Paranormal Activity: Tokyo Night – Toshikazu Nagae (2011) ………. 0
Aoi Nakamura (ator principal do filme)……………………………………..……… 8

Semanalmente, publico aqui notas de 0 a 10 para tudo o que ouvi, li, assisti etc de novo (para mim) no decorrer dos últimos 7 dias.

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Bar
Por Bárbara S. de P. | 22/06/2011

Da série: Ritmo-teste

Deixando de lado por um momento o 8bits e sons totalmente sintéticos, essa faixa foi desenvolvida a partir de uma única gravação de 2 segundos de som ambiente, que foi recortada, trabalhada e transformada em diferentes camadas.

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Notas da semana
Por Bárbara S. de P. | 18/06/2011

Sim, depois de um tempo, resolvi voltar com as Notas da semana, que a partir de agora serão publicadas em um dia menos aleatório – Sábado, para fechar a semana. Deixemos as quartas para o podcast.

Livros
As idéias absolutistas no socialismo – Rudolf Rocker (1981)…9,5
Anti anti-relativismo – Clifford Geertz (1984)……………………10

Álbuns de música
Thao & Mirah – Thao Nguyen e Mirah (2011)…………………….9
Both ways open jaws – The Do (2011)……………………………9,5

Filmes
Ligeiramente grávidos – Judd Apatow (2007)……………………3
Quase famosos – Cameron Crowe (2000)………………………..8,5




Para a incansável Cris
Por Bárbara S. de P. | 17/06/2011



Um
Por Bárbara S. de P. | 15/06/2011

(faixa avulsa)

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Caderno de rascunhos
Por Bárbara S. de P. | 13/06/2011

Rascunho da arte para a Underground, marcada para o dia 24/6. Há um bom tempo não havia uma edição da festa… eu já estava com saudade de desenhar o elefante mascote.




Mapper: Traktor – Behringer bcd 3000
Por Bárbara S. de P. | 07/06/2011

DJs e experimentadores do som,

nesse fim-de-semana, fiz meu mapeamento da controladora Behringer bcd 3000 para o Traktor Pro 2 (PC), de acordo com as minhas necessidades durante a discotecagem. Resolvi disponibilizar por aqui meu tsi (se alguém fizer alguma alteração, por favor, deixe um comentário e vamos trocar figurinhas!):

Babi Bop.tsi

A maioria dos botões tem a função normal, com apenas algumas adaptações:

“Cue” A e B – carrega a faixa no deck A ou B (“set cue” funciona normalmente).
“Bend” A – navega pelas pastas do browser (botão – para cima e botão + para baixo).
“Bend” B – navega pelas faixas do browser (botão – para cima e botão + para baixo).
“Reloop” A e B – aumenta o tamanho do loop.
“Scratch” A e B – diminui o tamanho do loop.
“Ext in A” e “Ext in B” – navega pelos grupos de efeitos (essa parte é cortesia do pack de tsi do djlogic.es).

PS.: Você que usa uma Hercules rmx com um mac e anda apanhando para mapeá-la para o Traktor também, sabia que tem um tsi prontinho e com instruções de configuração no próprio site do suporte técnico da Hercules? Incrível o quanto é preciso procurar para encontrar esse danado. Ei-lo.




Poster: Kid Vinil Xperience
Por Bárbara S. de P. | 06/06/2011

Kid Vinil (aquele cara que cantava “Tic tic nervoso” nos anos 80 e agora escreve sobre música, tem uma imensa coleção invejável de discos e faz podcasts ótimos) está de banda nova. Haverá show de lançamento do álbum “time was” da Kid Vinil Xperience nA Obra e o cartaz é by me.

E se você não apenas curte música, mas gosta de se manter atualizado, vale muito a pena conferir:
Blog do Kid Vinil
O podcasts dele
kidvinil.com.br
Coluna do Kid no yahoo

No dia seguinte, Kid fará uma participação especial na WANNABE:

(by me, de novo.)




Facebook da WANNABE
Por Bárbara S. de P. | 02/06/2011

Quando eu disse que iria personalizar o facebook da WANNABE, me pediram algo “bem tipográfico”.

Adoro quando me dão oportunidade para brincar com as letras formando blocos de texto. Além disso, criei uma imagem que aproveitei para a imagem de exibição, tudo baseado na identidade visual do blog da WANNABE. Essa arte será utilizada também no twitter e o que mais vier – a intenção é que seja a cara da WANNABE na internet. A página do facebook terá também um espaço que será atualizado sempre com a arte da próxima festa.

Confiram (aproveitem para curtir =]): facebook.com/wannabe.bh




Jam session with myself in 8bit
Por Bárbara S. de P. | 31/05/2011

(faixa avulsa)

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This owl Tumblr thing
Por Bárbara S. de P. | 17/05/2011

Desenhei essa madrugada (estreando os pastéis novos que ganhei de presente. Obrigada, amor!).

Essa cisma com coruja é por causa do Harry Potter ou o quê?




Novidades no site
Por Bárbara S. de P. | 10/05/2011

Estive melhorando o meu site-portifolio.

Agora ele está mais leve (não só no visual) e atualizado.

Pra quem quiser conferir:

barbarasdep.com



Fiz um tumblr!
Por Bárbara S. de P. | 07/05/2011

Pois é, como esse blog é mais voltado para coisas pessoais, me dei conta de que um tumblr poderia ser uma ferramenta para compartilhar as artes, músicas e trabalhos que considero interessantes. Ele já está na lista de links do blog. Se quiserem dar uma olhada:

Slim Babi’s Grand Slam.

(Aproveitem para me seguir =])




Notas da semana
Por Bárbara S. de P. | 13/04/2011

Álbuns de música
-Blood Pressures – The Kills

(2011) ………………………………………… 9,5


Filmes
-Wall-E – Andrew Stanton (2008) …………………………………………..
9,5
-The four-faced liar – Jacob Chase (2010) ………………………………. 9

Semanalmente, publico aqui notas de 0 a 10 para tudo o que ouvi, li, assisti etc de novo (para mim) no decorrer dos 7 dias anteriores.

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Do caderno de rascunhos
Por Bárbara S. de P. | 11/04/2011

Rascunho para a arte da WANNABE do dia 7/5, baseada na música I wanna be your dog, do Iggy Pop and The Stooges.





Fora, Bolsonaro!
Por Bárbara S. de P. | 30/03/2011

Indignada, entro na campanha contra essa vergonha que se intitula Deputado Jair Bolsonaro (eis alguns motivos). Como vi por aí muitas imagens de protesto para usar como avatar que acabam ficando difíceis de identificar quando diminuídas, resolvi fazer uma de fácil visualização para compartilhar com vocês:

Lembrando que o discurso contra a campanha anti-homofobia nas escolas do referido odioso foi material para o início da série “Discurso” do meu podcast experimental.




Notas da semana
Por Bárbara S. de P. | 16/03/2011

(Semana sem muitas novidades…)

Filmes
-Green Street Hooligans – Lexi Alexander (2005) ……………. 8
Semanalmente, publico aqui notas de 0 a 10 para tudo o que ouvi, li, assisti etc de novo (para mim) no decorrer dos 7 dias anteriores.

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I WANNABE adored
Por Bárbara S. de P. | 15/03/2011
Desenho pra próxima arte da WANNABE, que será baseada na música I wanna be adored, dos The Stone Roses.



Quem se define, se define.
Por Bárbara S. de P. | 14/03/2011

Inúmeras vezes, presenciei “artistas” (me permito o direito às aspas) se perderem ao esmiuçar todos os aspectos de seu traço ou proposta e, assim que percebem que seu trabalho transparece um pouco mais de si mesmos do que gostariam, fazem questão de frisar que não consideram sua obra como “arte gay”, “arte negra” ou qualquer “arte-minoria”. Já adianto que não venham me falar que “quem se define, se limita”, porque arte não é perfil de orkut. Quem se define, assume uma posição – o que, em grande parte dos casos, pode ser realmente louvável. Para refutar de vez esse clichê indigno de ser clichê, vou apelar para a mesma metafísica capenga (pleonasmo?): quem não se define, acaba por se admitir tão vago quanto essa frase.

Não é preciso refletir por muito tempo a respeito para se chegar à teoria de que essa recusa muito tem a ver com vergonha. É bem por aí. Salvo casos muito específicos e raros, essa negação vem acompanhada da velha justificativa “ah, não quero ficar militando, aborrecendo as pessoas com essa chatice”, ou a versão mais ingênua “não preciso ficar me afirmando só porque sou assim”. Espantoso não perceberem que assim admitem a origem de seu incômodo: lembrar que pertencem a tal grupo é algo que aborrece.

Diante de tanto “corpo fora”, vamos nos lembrar por um instante do papel transformador da arte. Ou de seu papel de mensageira dos anseios da humanidade. Ou do seu papel de expressão máxima e desavergonhada do quer que seja a tal alma. Não faltam atributos para demonstrar que a arte serve perfeitamente ao combate daquilo que faz com que esses “artistas” amarelem o sorriso e se justifiquem para o mundo. Isso quer dizer que todo artista é obrigado a escolher uma causa-guia? Não. É possível, por exemplo, fazer arte respeitavelmente abordando o homoerotismo sem necessariamente fazer arte gay. Isso não desmerece ninguém. O que desmerece é a covardia diante da essência do próprio trabalho.

A obra foge do nosso alcance. Isso ocorre justamente porque algo de nós fala através dela, e dificilmente podemos escolher o que será esse algo. Obras são como filhos. É inútil criá-las apenas com o objetivo de que realizem exatamente nossas vontades e planos. É preciso respeitá-la na sua individualidade. A obra será o que é. Provavelmente o seja por ter nascido assim, ou talvez seja por influência do meio, mas o fato é que o melhor a fazer (em nome da sua paz de espírito) é sair do seu estado de negação e aceitá-la como ela é.




Notas da semana
Por Bárbara S. de P. | 09/03/2011

Álbuns de música

-Color trip – Ringo Deathstar

(2011) ………………………………………… 9*


Filmes
-The secret diaries of Miss Anne Lister – James Kent (2010) ……………. 8

*

Abrindo uma exceção para os procedimentos das “Notas da semana”, essa música, separadamente do álbum, merece menção especial:

-Imagine hearts …………………. 10
Semanalmente, publico aqui notas de 0 a 10 para tudo o que ouvi, li, assisti etc de novo (para mim) no decorrer dos 7 dias anteriores.

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Notas da semana
Por Bárbara S. de P. | 02/03/2011

Álbuns de música

-Wounded Rhymes – Lykke Li

(2011) …………………………… 7


Documentários
-A vida até parece uma festa – Branco Mello e Oscar Rodrigues Alves (2008) ….
4
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Mais discotecagem
Por Bárbara S. de P. | 01/03/2011
Aproveitando o alívio que sinto ao ver o blog assim, em ordem, vou postar para anunciar que Fevereiro passou, mas ainda tocarei no Estúdio da Carne!
Essa semana tem mais electrojazz, downtempo e outras variáveis.
Aproveito para anunciar também que meu “nome de guerra” mudou. Assim sendo, deixamos combinado:

Dj Babi Bop
Estúdio da Carne (Av. Contorno 3946)
5ª feira





Por Bárbara S. de P. | 28/02/2011
DE VOLTA AO NORMAL

Depois de um fim-de-semana com o layout bagunçado, está tudo de volta ao normal.
Para evitar que esse tipo de coisa se repita, experimentei algumas mudanças na hospedagem. Por isso, o blog saiu do ar de ontem pra hoje. Por fim, cá está o blog, tudo está em ordem e suas atividades seguem em frente.

Obrigada por estarem aí.





Por Bárbara S. de P. | 24/02/2011
DESCULPEM O TRANSTORNO

Queridos, devido a um problema com a hospedagem das imagens, o layout do blog está essa negação que vocês estão vendo.

Estou resolvendo isso e tudo voltará ao normal em breve.




Notas da semana
Por Bárbara S. de P. | 23/02/2011

Livros
-Sobre Arte – Ferreira Gullar

(1982) ……………………………………. 10

-A arte da guerra – Sun Tzu

(séc. 6 A.C.) ……………………………. 6,5


Álbuns de música
-The king of Limbs – Radiohead

(2011) ………………………………… 10


Filmes
-She and her cat – Makoto Shinkai (1999) ……………………………..
8
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Mapeamento Cultural LGBT da Somos
Por Bárbara S. de P. | 20/02/2011

Tive a honra de receber um convite para participar do mapeamento cultural LGBT que a ONG Somos está realizando nas capitais de todo o Brasil. Na última Terça-Feira (dia 15/2), estive no Palácio das Artes para uma conversa com os outros “mapeados”, alguns deles também artistas plásticos (Rodrigo Mogiz, Glauber Rodrigues e João Paulo Thiago) e outros dois autores de inciativas interessantíssimas na área da comunicação: o criador da publicação Fagia (Délio Faleiro Melo) e do livro Cidade dos Outros (Vinícius Luis). Os entrevistadores, Sandro e Mayra, registraram tudo em video – estou curiosa pra ver!
A produção apresentada pelos participantes fará parte de um catálogo a ser lançado até ano que vem. No meu caso, apresentei as séries Jacaré e as pinturas de nus. A conversa durou até tarde e foi uma boa oportunidade para o encontro e troca de impressões. Parabéns à Somos pela iniciativa.
Para conhecer melhor o trabalho dos outros artistas e do mapeamento cultural, dê uma olhada no blog: somos.org.br/mapeamento/



Notas da semana
Por Bárbara S. de P. | 16/02/2011

Livros
-i

ntrodução de Nick Cave para

o “Evangelho segundo São Marcos” (1999) … 8,5


Filmes
-Atividade Paranormal 2 – Tod Williams (2010) …………………………….
2,5
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Notas da semana
Por Bárbara S. de P. | 09/02/2011
Álbuns de música
-Foster the People EP – Foster the People (2011) ………………. 8,5
-Let England Shake – PJ Harvey (2011) …………………………… 7,5

-Big Echo – The morning Benders (2010) …………………………

6,5

-Color your life – Twin Sister (2010) ………………………………..

9,5

Filmes
-A Origem – Christopher Nolan (2010) …………………………….
8
-Piaf – um hino ao amor – Olivier Dahan (2007) ………………… 10

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Do caderno de rascunhos
Por Bárbara S. de P. | 07/02/2011



Semana bem musical, a propósito.
Por Bárbara S. de P. | 05/02/2011

A título de “sinal de vida”, vou deixar aqui um pequeno registro dos acontecimentos recentes. A semana foi ótima, obrigada. Nesta Quinta-Feira, reestreei na discotecagem do Estúdio da Carne. A noite foi mais do que agradável. O set foi predominanemente mais eletrônico, como eu havia previsto, houveram alguns improvisos (Glory box) e alguns pedidos inesperados de última hora, que fugiram um pouco da proposta mas se provaram ótimos (L’amour a trois, Stereo Total!). Estou aguardando as fotos aparecerem para postá-las.

E hoje (Sábado), daqui a algumas horas, estarei no Velvet Club pra mais uma WANNABE, dessa vez em comemoração ao aniversário do Dj Buddy Holly (a metade masculina da WANNABE). Tive o privilégio de acompanhar a criação do set da Cris, e posso garantir que a noite vai ser ótima.

A criação do flyer pra essa edição da festa foi em clima de brincadeira. O Buddy me pediu algo que remetesse à idade avançada (exageros à parte) e achei que nada seria melhor do que a imagem de seu característico semi-topete grisalho. Um toque de pessoalidade, afinal, é um aniversário. As fontes escolhidas e a composição seguem a nova proposta visual da WANNABE pra esse ano. Decidimos que seria algo mais poluído, mais orgânico, mais rock. Estou me divertindo com esse novo desafio.

No mais, pelo andar das coisas, terei mais novidades em breve. Vejamos, vejamos…




Do caderno de rascunhos
Por Bárbara S. de P. | 27/01/2011

Vetorizei e colori essa brincadeirinha ontem. Acho que vou transformar em wallpaper…




Math 1
Por Bárbara S. de P. | 25/01/2011
#1 DA SÉRIE: Ritmo-teste

O Podcast (link no rodapé de cada postagem) é o espaço onde publicarei minhas experimentações com sons/música. Saiba mais aqui.
“Ritmo-teste”, como o próprio nome indica, são exercícios simples de improviso e livre-associação que exploram os limites, construção e quebra de ritmo.

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Do caderno de rascunhos
Por Bárbara S. de P. | 24/01/2011

Versão colorida e “finalizada” aqui, no site.



Discotecagem – Fevereiro
Por Bárbara S. de P. | 22/01/2011
Está confirmado: Nas quintas-feiras do mês de Fevereiro, a discotecagem no Estúdio da Carne* é minha!
O set segue a linha do electrojazz, downtempo, smooth, fusion… e o que mais o clima pedir (dentro de “outras jazzices”).

E para agradar ao paladar, o Estúdio oferece seus famosos pratos e cervejas especiais, tudo servido num ambiente que é um charme único na noite de BH.
Espero você lá
Dia 3/2, a partir das 18h.

*Av. do Contorno, 3946 – Funcionários
PS.: Sim, “Lady Flux” sou eu, quando resolvo tocar por aí.




Ignorância
Por Bárbara S. de P. | 17/01/2011

#1 DA SÉRIE: Discurso

O Podcast (link no rodapé de cada postagem) é o espaço onde publicarei minhas experimentações com sons/música. Saiba mais aqui.

“Discurso” é uma série de experimentações sonoras desenvolvidas a partir de discursos feitos por figuras políticas.

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Experimentação com sons – Podcast
Por Bárbara S. de P. | 16/01/2011

Aproveitando a deixa do ano novo, resolvi finalmente desengavetar antigas propostas e realizar um desejo antigo: explorar as possibilidades dos sons e da música experimental. Tenho alguns projetos definidos – cada um dará origem a uma série de faixas de som/música – mas preferi manter o foco inicialmente em apenas um. Com o tempo, darei sequencia a outros projetos que utilizam esse suporte.

Acabo de finalizar uma faixa.

A partir de hoje, no rodapé de cada postagem desse blog haverá um link para “PODCAST”, que direcionará para uma página à parte do blog. Nessa página se encontrará um player com a lista de faixas já postadas, uma breve descrição do projeto em andamento e um link para assinar o feed do podcast.

As postagens das faixas do Podcast serão identificadas através da imagem:




Notas da semana
Por Bárbara S. de P. | 12/01/2011
Álbuns de música
-The way out – The Books (2010) ……………………………….. 10

Filmes
-The black swan – Darren Aronofsky (2010) ……………………
10
-À prova de morte – Quentin Tarantino (2007) ………………… 10
-Planeta Terror – Robert Rodriguez (2007) …………………….. 8

Semanalmente, publico aqui notas de 0 a 10 para tudo o que ouvi, li, assisti etc de novo (para mim) no decorrer dos 7 dias anteriores.

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Notas da semana
Por Bárbara S. de P. | 05/01/2011

Livros
-Cultura e psicanálise – Herbert Marcuse (2001) …………………………… 9,5
-A desobediência civil – Henry David Thoreau (1848) ……………………… 9

Álbuns de música
-Diamond Rings – Special Affections (2010) …………………………………. 2

Filmes
-Noivo neurótica, noiva nervosa – Woody Allen (1977) …………………… 8,5

Semanalmente, publico aqui notas de 0 a 10 para tudo o que ouvi, li, assisti etc de novo (para mim) no decorrer dos 7 dias anteriores.

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Notas da semana
Por Bárbara S. de P. | 22/12/2010


Livros

-Deus – um delírio – Richard Dawkins (2006) …………………………… 10
-O direito à preguiça – Paul Lefargue (1880) ………………………………. 1,5

Filmes
-O segredo dos seus olhos – Juan José Campanella (2009) ………… 10

Semanalmente, publico aqui notas de 0 a 10 para tudo o que ouvi, li, assisti etc de novo (para mim) no decorrer dos 7 dias anteriores.

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Notas da semana
Por Bárbara S. de P. | 15/12/2010

Livros
– A sociedade dos indivíduos – Norbert Elias (1987) ………………….. 10

Filmes
-Minhas mães e meu pai – Lisa Cholodenko (2010) ……………………… 8
-The Hunger – Tony Scott (1983)………………………………………….. 7

Semanalmente, publico aqui notas de 0 a 10 para tudo o que ouvi, li, assisti etc de novo (para mim) no decorrer dos 7 dias anteriores.

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Notas da semana
Por Bárbara S. de P. | 01/12/2010

Livros
-A solidão dos moribundos – Norbert Elias (1982) ………………….. 10


Filmes
-As 10 regras – Lee Friedlander (2002) …………………………………. 6,5

Semanalmente, publico aqui notas de 0 a 10 para tudo o que ouvi, li, assisti etc de novo (para mim) no decorrer dos 7 dias anteriores.

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Novo cartoon trash no THINGS AND STUFF
Por Bárbara S. de P. | 17/11/2010

Nessa onda de retomadas de projetos, acabo de voltar com o THINGS AND STUFF (leia sobre aqui).

Estar tão revoltada tem que dar em alguma coisa produtiva.

Conheça o projeto: thingsandstuff.barbarasdep.com




Video novo no Me dá um espresso.
Por Bárbara S. de P. | 30/10/2010

Após um longo período de hibernação, o canal está de volta mais firme do que nunca!




Notas da semana
Por Bárbara S. de P. | 27/10/2010

Livros
– Identidade cultural na pós-modernidade – Stuart Hall (2003) ……… 9

Filmes
-Imagine eu e você – Ol Parker (2006) ……………………………………… 6,5
-Bound – Andy Wachowski (1996)……………………………………………… 8

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Infográfico “Por que você vai votar no Serra, criatura?!”
Por Bárbara S. de P. | 26/10/2010

Pois é, tenho estado tão chocada com a falta de contato com a realidade de meus compatriotas às vésperas das eleições, que entre uma risada nervosa e outra acabei fazendo um “infográfico”.

Estejam à vontade para espalhar por aí.

Link direto para o gráfico em bom tamanho, clique aqui.




Minha discotecagem!
Por Bárbara S. de P. | 24/10/2010
Pessoal, amanhã vou discotecar no Estúdio da Carne* (sob meu nome de guerra), à partir de 20:30.

Quem é de BH e conhece o Estúdio, sabe que lá tem drinks, ambiente e pratos supergostosos, e se vocês ainda não visitaram o lugar depois da reforma, eu recomendo – ficou lindo!

Então, se vocês estiverem afim de ouvir electrojazz, jazzices em geral – ou simplesmente me dar um oi – passem lá amanhã!

Bjs

*Av. do Contorno, 3946 – Funcionários
estudiodacarne.com.br



Notas da semana
Por Bárbara S. de P. | 20/09/2010

Álbuns de música
– I blame Coco (2010) ……………………………. 7
– Blood Red Shoes (2010) ……………………………. 8

Textos, artigos e etc
A teoria Queer e a Sociologia – Maíra …………………………. 9,5
A teoria Queer e a contestação da categoria “gênero” – Miguel Vale de Almeida (2004)…………………………. 7,5
Teoria Queer – uma política pós-identitária para a educação – Guacira Lopes Louro …………………………. 7,5

Semanalmente, publico aqui notas de 0 a 10 para tudo o que ouvi, li, assisti etc de novo (para mim) no decorrer dos 7 dias anteriores.

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Notas da semana
Por Bárbara S. de P. | 25/08/2010

Álbuns de música
Mercy Street (single) – Fever Ray (2010) ……………………………. 6
Live in Lulea – Fever Ray (2009) ……………………………. 9,5

Textos, artigos e etc
A teoria Queer e a Sociologia – Maíra …………………………. 9,5
A teoria Queer e a contestação da categoria “gênero” – Miguel Vale de Almeida (2004)…………………………. 7,5
Teoria Queer – uma política pós-identitária para a educação – Guacira Lopes Louro …………………………. 7,5

Filmes
Aeon Flux – Karyn Kusama (2005) ……………………………. 7,5

Semanalmente, publico aqui notas de 0 a 10 para tudo o que ouvi, li, assisti etc de novo (para mim) no decorrer dos 7 dias anteriores.

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Notas da semana
Por Bárbara S. de P. | 19/08/2010

Álbuns de música
S.T.R.E.E.T. D.A.D. – Out Hud (1996) ……………………………. 8
The Great Eastern – The Delgados (2000) ……………………. 10
False Priest – Of Montreal (2010) …………………………………. 8,5
Cloak and Cipher – Land Of Talk (2010) ……………………….. 7,5


Semanalmente, publico aqui notas de 0 a 10 para tudo o que ouvi, li, assisti etc de novo (para mim) no decorrer dos 7 dias anteriores.

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Notas da semana
Por Bárbara S. de P. | 11/08/2010

Álbuns de música
Crystal Castles – Crystal Castles (2008) ……………………………. 8,5
Klaus Nomi – Klaus Nomi (1981) ………………………………………… 3

Livros
O velho e o mar – Ernest Hemingway ………………………………… 7,5

Semanalmente, publico aqui notas de 0 a 10 para tudo o que ouvi, li, assisti etc de novo (para mim) no decorrer dos 7 dias anteriores.

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O desfecho da novela: a logo da Copa
Por Bárbara S. de P. | 09/08/2010
Eu já me manifestei quanto à inacreditavelmente mal-sucedida logo da Copa de 2014. De lá para cá, alguns fatos igualmente atípicos se desenrolaram acerca da infame logo. Vamos a eles:

1.Vários blogueiros foram convidados pela fifa para um tal almoço à base de feijoada, onde foi anunciado que a autoria da tal aberração não seria de um estúdio francês, e sim da tupiniquim agência África.

2.A ADG (Associação dos Designers Gráficos) divulgou um manifesto expressando sua indignação com toda a capacidade técnica de verdadeiros profissionais da área.

Minha manifestação sobre esses fatos:

1.Se a verdade era tão simples, por que só depois de muito protesto é que foi anunciado o nome da agência criadora? Sei não. Para mim, isso cheira ao velho “abafa o caso”.

2.É bom saber que a ADG está viva.

No mais, estou aqui tentando não me entregar à “síndrome de cachorro vira-lata” tão típica de nós, brasileiros. Mas, francamente, está difícil viu…




Notas da semana
Por Bárbara S. de P. | 05/08/2010

Álbuns de música
Root for Ruin – Las Savy Fav (2010) ……………………………. 7

Livros
A indústria Cultural – Theodor Adorno …………………………. 8

Filmes
O Anticristo – Lars Von Trier (2009) ……………………………. 9,5
O Desinformante – Steven Soderbergh (2009) ……………… 5

Outros
The L word -6a temporada …………………………………………… 5,5

Semanalmente, publico aqui notas de 0 a 10 para tudo o que ouvi, li, assisti etc de novo (para mim) no decorrer dos 7 dias anteriores.

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Notas da semana
Por Bárbara S. de P. | 27/07/2010

Semanalmente, postarei aqui notas de 0 a 10 para tudo o que assisti, ouvi, li etc. no decorrer dos sete dias anteriores.

A princípio, filmes, álbuns de música e livros, mas reportagens, documentários, seriados ou até mesmo comidas e bebidas que merecerem menção serão listados.

As notas estão destacadas em roxo.

Como acabei de ter essa idéia, ainda não comecei com o hábito de tomar notas, por isso começarei com o que persistiu em minha memória e que considero “mencionável”, dos últimos dias:

Álbuns de música:

Personal Jesus – Nina Hangen (2010)…………………. 3
Withershins – Smoosh (2010)……………………………… 8,5

Filmes:

Julie & Julia (2009)…………………………………… 8

Outros:

The L word – 5a temporada ………………………………….. 6




Logo da Copa por Bárbara S. de P.
Por Bárbara S. de P. | 07/07/2010

(texto publicado no blog “Vamos falar de coisas“, a convite de Tayana Borges)

A logo da copa, não bastasse ser horrorosa, é um desrespeito aos talentos brasileiros do design: ela foi criada pelo estúdio francês Richard A. Buchel. E como se não bastasse ser um fruto feio da falta de noção, ela foi escolhida entre 7 opções por um júri de “notáveis” (muitas aspas nessa hora!), entre eles Paulo Coelho, Ivete Sangalo e Gisele Bündchen. Se não deram aos designers brasileiros a oportunidade de fazer a logo da copa do próprio país, que pelo menos considerassem seu conhecimento no assunto para escolher a logo.

Comentando a formação do júri com meu pai, ele disparou “mas iam fazer o que? Voto popular?” Não. Podem me chamar de elitista, mas infelizmente o Brasil é um país de analfabetos visuais. É interessante que ontem mesmo eu estava conversando com uma ex-colega de faculdade sobre a importância de educar o olhar do público, que na sua maioria ainda está estacionado na Monalisa. No quesito “oportunidade para expandir a mente do público”, a logo também é um fracasso total. O conceito da logo em si é um clichê totalmente previsível. Mas até aí tudo bem, a maioria das logos de co
pas anteriores também são. O que a salvaria seria a execução e o desenvolvimento da idéia, o que nesse caso foi feito de uma forma (não encontro outra palavra) tosca. Não por que é simples, eu mesma sou uma grande adepta do minimalismo, mas porque a solução mal colocada para separar os dedos das mãos, as letras mal desenhadas espremidas num canto, a escolha infeliz da disposições das cores (verde, amarelo… e vermelho???), enfim, o desenho no geral parece ser o primeiro rascunho de uma idéia não desenvolvida por preguiça. E para os que entendem do assunto: que vetorzinho vagabundo, eihn. Enfim, mais uma vez, Paulo Coelho deu sua pequena contribuição para envergonhar a imagem (literalmente) do país.



Enfim, o site!
Por Bárbara S. de P. | 06/07/2010

Foi um trabalho duro, mas valeu a pena.

Quem estiver interessado em ver meu portifolio e fazer contato profissional…


barbarasdep.com

o link ficará permanentemente a partir de hoje no novo layout do blog. É só clicar no meu nome lá em cima.

o/ 




Bárbara S. de P.
Por Bárbara S. de P. | 23/12/2009

Bárbara nasceu em 84 e se formou em Artes Visuais na UFMG em 2007, com habilitação em pintura.

Passou a adolescência fazendo charges e tirinhas para jornais.

Desenhou e participou da animação da abertura do programa “Janela Virtual”, finalista no Festival de TV Universitária de Gramados.

Produziu mais de 30 exposições para o Palácio das Artes.

Já fez desde cenário de programa de TV a ilustração de livros infantis.

Vive em Belo Horizonte, onde pinta, fotografa, rabisca e cuida do design de festas do circuito alternativo.

E sim – sabe que é errado abreviar os dois sobrenomes.




Jacaré
Por Bárbara S. de P. | 03/07/2009
Essa série de fotografias aborda, acima de tudo, a construção da identidade feminina, testando seus limites.

Para isso, tão importante quanto a fotografia em si, é o trabalho de seleção das modelos.




THINGS AND STUFF
Por Bárbara S. de P. |
THINGS AND STUFF é o nome da série de cartoons trash que são publicados no blog thingsandstuff.barbarasdep.com. “Trash”, porque são feitos no Paint Brush.

Esse projeto surgiu da vontade de experimentar uma simplificação gráfica sem restrições. Desde o começo, tudo correu livre e em pouco tempo, o projeto já vem desenvolvendo sua estética própria.

Até o momento, THINGS AND STUFF está subdividido em 4 grupos:

  • Amateur study of reaction – série onde a busca por simplificação de imagem e roteiro atinge seu ponto mais minimalista.
  • Some sense – com roteiros que possuem alguma referência externa, geralmente relacionada com o mundo da música
  • Utilities – brincadeiras metalinguísticas com o universo virtual
  • Things and stuff – em cada cartoon, um tema da realidade humana é abordado,

Em quaisquer dos grupos, não há personagens fixos nem nenhuma referência à sua identidade (excetuando-se alguns casos do Some sense, que possui uma relação maior com a realidade objetiva).

O foco de todo o THINGS AND STUFF é o comportamento humano.




Bárbara S. de P. X Andy Warhol
Por Bárbara S. de P. | 08/07/2008
(outro pequeno fragmento do meu Trabalho de Conclusão de Curso, para a Escola de Belas Artes da UFMG)

Annateresa Fabris descreve uma comparação feita por Jameson entre O grito de Munch e os retratos executados por Andy Warhol:

O grito é “uma expressão ortodoxa da grande temática moderna da alienação, da anomia, da solidão, da desagregação e do isolamento sociais”, enquanto os personagens do artista norte-americano são uma afirmação do sujeito fragmentado, aniquilado mesmo, encarnando uma categoria que Jameson denomina “declínio do afeto”, da qual resulta aquele predomínio da superfície, tão típico do universo pós-moderno. [1]

As mulheres pintadas a têmpera ovo são o oposto do que Andy Warhol faz quando repete a serigrafia de Marilyn Monroe, anulando seu gesto e autoria. Por isso, fazer da fotografia uma ferramenta da pintura, no lugar de encará-la como produto final. Seria o meu trabalho, então, um retorno ao grito? Não. Embora bem diferentes das Marilyn Monroes, essas mulheres são produto da mesma fragmentação do indivíduo, elas são a “repetição” de várias outras.
A despeito de qualquer reflexão que possam aparentar nada nos é dito sobre essas mulheres, sendo assim, ela não são nada mais que suas cascas, estão vazias. Mas não como as Marilyns de Warhol, que como ele mesmo explica:

(…) a arte pop despersonaliza, mas não torna ninguém anônimo: não há nada mais identificável do que Marilyn, a cadeira elétrica, um pneu ou um vestido, vistos pela arte pop; e, são apenas isso: imediata e perfeitamente identificáveis nos ensinam com sua presença que a identidade não é a pessoa: o mundo futuro corre o risco de ser um mundo de identidades (através da generalização mecânica dos fichários da polícia), mas não um mundo de pessoas. [2]

As mulheres de Bárbara, ao contrário, não são identificáveis, são pessoas, mas ainda sim fragmentadas. Não possuem o glamour, não são alvo de admiração. Ao desligar das TVs, quando o consumo e as celebridades se apagam com a tela, elas são o que resta.

Elas são aquilo que o espectador não quer viver, mas vive. Não são uma denúncia politicamente correta de uma dura realidade vivida pelos menos favorecidos ou por alguma minoria pela qual o senso comum cultua uma piedade anestésica: nelas, o observador encara sua própria miséria emocional, seu próprio vazio e anonimato.

A obra de Warhol nivela indivíduo e objeto de consumo. Ela é mais um reflexo do fenômeno do narcisismo apontado por Gilles Lipovetsky, que, segundo ele, teria sua origem no “desaparecimento do pai, devido à freqüência dos divórcios”, o que levaria a criança a ver na mãe a imagem de castradora do pai. A criança, então, alimenta o sonho de substituir o pai, “de ser o falo, ganhando celebridade ou se juntando aos que representam sucesso.”

Comparando as abordagens dos trabalhos, nos deparamos novamente com uma proposta oposta à de Warhol. Meu trabalho representa o outro lado, a realidade banal do rebanho, o dia-a-dia fora do sonho. Nada aqui é sacralizado pela arte ou glorificado.

[1] CHALUB, Samira. Pós-moderno &: semiótica, cultura, psicanálise, literatura, artes plásticas. Rio de Janeiro: Imago Ed., 1994. p. 109.

[2] CHALUB, Samira. Pós-moderno &: semiótica, cultura, psicanálise, literatura, artes plásticas. Rio de Janeiro: Imago Ed., 1994. p. 109.




Sobre a série de nus femininos
Por Bárbara S. de P. |
(série disponível para visualização no site, link no logotipo acima)

O processo

O trabalho vem sendo desenvolvido há aproximadamente 2 anos e, desde então, o que inicialmente seria uma série temática se transformou em uma busca artística e pessoal por linguagem, estilo e identidade visual.

A técnica se definiu logo no início, sendo a têmpera ovo a escolhida. Essa escolha se deu, a princípio, devido a dois de seus aspectos principais: o tempo de secagem – menor que o da tinta à óleo e maior que o da tinta acrílica – e a possibilidade de um controle, através de variações em de sua fórmula, de sua textura. A fórmula usada na têmpera de fato se modificou bastante durante todo o processo de pesquisa, principalmente a partir do momento em que houve uma necessidade de uma construção mais pictórica, valorizando massas.

A possibilidade de seu manuseio direto, permitindo dessa forma – devido ao seu baixo teor tóxico – que se pinte com as mãos, também foi um dos principais atrativos oferecidos pela têmpera ovo. Após alguns estudos e obras, quando se tornou possível uma análise mais conceitual da então série, ocorreu uma ligação nesse aspecto entre o material usado – o ovo – e os temas abordados na própria pintura.

A ligação entre o tema e o material foi além da tinta e, em determinado momento, também o suporte passou a integrar conceitualmente o conjunto que forma a obra-pintura. Papelão, jornal amassado e fita adesiva se tornaram, enquanto suporte, também elemento de expressividade, dialogando com os temas propostos enquanto desafiam o paradigma da atemporalidade da obra.

Mais tarde, o aspecto técnico do processo de criação novamente interfere imediatamente no tema, quando os suportes passam a ganhar dimensões cada vez maiores e, por fim, quando a fotografia digital passa a ser modelo para as pinturas, modificando-as em termos figurativos e cromáticos.

Embora todas essas mudanças tenham ocorrido o longo de 2 anos, nota-se uma unidade formada não só pelo tema do nu feminino, mas também por reflexões existenciais inerentes à imagem das mulheres inseridas nos ambientes e condições retratadas.


O suporte

Durante o processo, a tela foi rapidamente substituída por outros materiais. O primeiro foi o jornal, antes apenas uma folha, depois os suportes cresceram e as folhas de jornal passaram a ser emendadas, após muitos testes, com fita dupla-face. A descoberta desse suporte foi registrada no caderno de anotações pessoais, de onde foi retirado o trecho transcrito abaixo:

A primeira vantagem do jornal é que ele não me intimida. A tela é algo mais sério, custa algum (mesmo que pouco) dinheiro, sempre tomo mais cuidado com a tela não sei bem por que; então acabo não me soltando muito como faço com o jornal (se eu não gostar, é só embolar e jogar fora).
Outra coisa é que a tela possui certa “dignidade” que não condiz com o clima dos meus temas, eu nunca exporia, por exemplo, uma das pinturas dessa série em uma moldura. Eu as imagino abandonadas, como muitas das personagens nelas retratadas, pregadas na parede quem sabe até com fita crepe. Por isso não me importo (e até gosto) com eventuais danos nas bordas da folha.
Meus temas falam da solidão dos grandes centros urbanos, e o jornal também dialoga com isso. Ele é algo assim, do mundo, da cidade, me remete a paisagens urbanas de quadrinhos onde há sempre uma folha de jornal ao vento, se misturando à sujeira das ruas da cidade.

O “crescimento” dos suportes atinge o ponto atual quando grandes folhas de papelão, utilizadas para embalar guarda-roupas, são apropriadas, dando início a uma nova fase. Esses suportes são originalmente retangulares, mas após seu uso apresentam rasgos e irregularidades que são preservadas, visando a identificação do suporte por baixo da pintura: o papelão usado deve parecer papelão usado. Pelo mesmo motivo, irregularidades no jornal e pequenas áreas em que aparece a impressão do jornal não são disfarçadas.

Tanto no caso dos papelões quanto dos jornais, os cuidados com sua conservação, intencionalmente mínimos, são praticamente os mesmos: a parte de trás do suporte é reforçada com fita adesiva marrom (dessas utilizadas em mudanças). Dessa mesma forma, rasgos maiores também são emendados, mas não necessariamente disfarçados. Uma camada de tinta látex é aplicada, mas não em toda a superfície, que nunca é coberta totalmente pela pintura, preservando um aspecto de recorte de imagem dentro de um recorte de folha.


Os cenários

A prevalência quase absoluta de interiores é fruto de uma subjetividade que se encontra de forma marcante em todos os ambientes retratados. Mais do que refletir uma subjetividade da artista, o cenário é o elemento através do qual o espectador reconhece sua própria subjetividade. A familiaridade dos cômodos – quartos, banheiros, cozinhas ordinárias – o transportam para sua própria vida, vivida entre as paredes brancas de seu cotidiano. Através desse recurso, a pretensão é que a obra incite a auto-consciência.

A partir do momento em que a construção das imagens passou a ser baseada diretamente na fotografia digital, o cinza (que foi, durante algum tempo, a principal característica dos cenários) foi substituído por uma iluminação clara. Essa claridade artificial reforça a participação direta e ativa do ambiente: a luz age diretamente sobre o corpo, a sua artificialidade evidente traz a tona aspectos subjetivos já antes explorados nos temas (o urbano, o vazio, etc).

Nesse campo, o cinza perde por ser previsível. Qual a novidade em se relacionar o cinza com a cidade? A sutileza da luz artificial (sutil, porém marcante) é por si só a referência do ambiente fechado, da clausura. Ela é o código através do qual o espectador reconhece a realidade entre quatro paredes cotidiana em que vive. A claustrofobia mais uma vez se faz presente.
A contemporaneidade do tema também é reconhecida através desses cenários e, mais uma vez, temos o espectador inserido, através da imagem, na consciência de sua situação: esse é mundo, seu tempo, sua vivência diária.

A cidade, embora quase nunca apareça, também é um personagem. No caso dos interiores, o próprio visual das mulheres denuncia que não se tratam de pessoas que vivem no campo e, em alguns casos, temos janelas, também tão atuantes quanto as mulheres. Nelas, essas figuras contemplam o mundo fora de seu cubículo, esse contraste, onde se identifica um horizonte que se expande do lado de fora, acentua a claustrofobia do ambiente interior. Tomamos consciência da “caixa” que abriga um alguém.


O nu

Nudez e intimidade, duas idéias já tão interligadas, são ainda mais reforçadas. As personagens são flagradas em atitudes cotidianas e sua naturalidade e deselegância denunciam sua solidão, pois a nudez despida de atrativos não é condenável quando não há observador. O espectador da pintura não interage diretamente com a figura, ele é um voyeur e, do lado de fora, assim como a figura, está só e isolado nessa relação.

Sem a consciência de estarem sendo observadas e despidas de suas identidades, pois não apresentam roupas nem rostos que as identifiquem, essas mulheres têm em seus corpos a expressão de sua vulnerabilidade. Não há máscaras ou papéis.
Também em seus corpos reconhecemos sinais de nosso tempo: embora desnudas, ostentam tatuagens, cabelos tingidos, resquícios da “artificialidade” mundana. Suas atitudes também refletem o mundano, muitas das mulheres são retratadas fumando ou em momentos de total embriaguez, bebendo sozinhas em casa ou mesmo vomitando no banheiro.

As modelos são necessárias, pois elas fornecem detalhes e características de um indivíduo real, aspectos que uma figura inventada não possui. Esse toque de realidade é outro recurso utilizado para reforçar a identificação entre os espectador e a imagem. Ao se deparar com “uma pessoa de verdade”, o observador se vê.

A escolha das modelos, embora não tenha parâmetros definidos, segue certa tendência. Além de uma certa ligação pessoal entre a modelo e eu, os aspectos contemporâneos descritos acima são o alvo principal das reflexões propostas e, por isso, as modelos escolhidas têm com eles alguma relação. Mesmo que a obra não ofereça diretamente informações sobre as mesmas, espera-se que essas características se manifestem de alguma forma na imagem da pintura.
A fotografia é importante no processo da pintura é um facilitador da relação artista-modelo, pela mera praticidade de não exigir muito tempo da modelo e me permitir trabalhar e elaborar sua imagem pelo tempo que sentir necessário.

Algumas ponderações mais pessoais se fazem necessárias: a escolha pelo nu, especificamente pelo nu feminino com certeza caberia dentro de análises psicanalíticas que não pretendo levantar. Minha intenção não é produzir uma arte auto-biográfica, nem tampouco (no caso dessa série de pinturas) militante. Embora eu também não alimente a ingenuidade de acreditar que traços da minha personalidade e preferências não se manifestam inconscientemente a cada escolha na minha produção. Meus nus não são sexuais na medida em que um corpo nu consegue não ser sexual.




Apresentando
Por Bárbara S. de P. | 17/06/2008

Bom, só pra explicar bem. Periodicamente, vou postar aqui textos e imagens a respeito dos meus projetos (em andamento ou não).

Como vocês podem ler logo acima:
“Livro de artista” virtual (por que é também um espaço para minhas anotações, idéias e rascunhos),
propostas (para quem se interessar poder ter acesso a um escrito meu sobre algum trabalho)
OU: notícias das últimas e próximas peripécias (disponibilizarei fotos, vídeos e registros de trabalhos realizados e anunciarei os próximos, quando for possível)

Espero que gostem.







posts do antigo blog